Palestra “Violência no Namoro”

A convite do Centro da Educação Delta Cultura (CEDC) a Casa do Direito do Tarrafal (CDT), esta com sede em Chão Bom, mas praticamente na mesma sede da Associação Cívica de Chão Bom (ACCB) realiza palestra “violência no namoro” destinada as crianças e jovens do CEDC.

O referido tema da palestra foi orada pela Ana Lisa Pereira esta funcionária da CDT e por Eveline Nair Tavares esta por sua vez, técnica social na mesma instituição.

Para dar inicio à sessão, a palestrante Ana Lisa Pereira começou por relembrar aos participantes dos diversos serviços que a CDT oferece, dentre elas a assistência jurídica e assistência social mas lembrou também que antes funcionava nesta instituição os serviços de assistência psicológica à todas as comunidades do Tarrafal.

Por sua vez a técnica social Eveline Nair Tavares pegou aos galões e puxou pelo conhecimento dos participantes sobre a violência na sua forma mais básica.

Dessa estratégia surgiu opiniões diversas, e reconhecem ainda que isto acontece tanto na rua, no caminho da escola, em casa, em todos os lugares de convivência.

Indo ao fundo sobre o tema da palestra, a maioria é da opinião que isto acontece tendo como base a falta de confiança em ambos, a traição, aos novos relacionamentos e mais, mas que isto pode ser resolvido cultivando a paz sempre.

As palestrantes são da opinião que o primeiro encontro é sempre difícil, dai a necessidade de sempre haver estas sessões de esclarecimentos, e reforçam que a confiança, o diálogo entre ambos como sendo um dos elementos de combate a este fenómeno.

Mas como sempre tudo que tem uma causa delas advêm as devidas consequências forma enumeradas algumas, a raiva, o medo, a tristeza, a agressividade os pensamentos negativos até a morte figuram entre as mais compartilhadas pelos presentes.

Dai surge a questão, “Quem é mais violento, o homem ou a mulher?

Alguns defendem os homens mais outros tantos defendem as mulheres som as suas devidas justificações, o homem é mais isto porque prevalece a estatura física entre mais, as mulheres são mais violentas porque são mais persistentes em caso de conflitos, mas as técnicas defendem que isto de ser mais violento ou menos isto está quase que repartido ao meio, porque as mulheres por sua vez atingem o seu ponto máximo a quando se trata de violência verbal e psicológica e o homem o seu ponto forte a quando da violência física, por isso não tem como dar razão a um ou a outro, mas que fique claro que a violência, sendo ela de que tipo for é sempre uma coisa má, e que devemos sempre mas sempre cultivar o respeito e a confiança num relacionamento para que haja bons frutos.

De realçar que a sessão contou seis dezenas de participantes, entre eles crianças e jovens do CEDC, monitores do CEDC e as referidas técnicas.

No fim todos abraçaram ao pedido das técnicas de dizer não à violência aderindo ao slogan “Stop Violência” como irá ter a oportunidade de observar nas fotografias em baixo.

O CEDC na sua mais alta satisfação agradece a Casa do Direito do Tarrafal e fica o compromisso de se fazer mais sessões do tipo e de fazer uma peça de teatro com as crianças e jovens do CEDC alusivo ao tema.

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